Preocupação com sua mãe
Jonah manteve uma distância segura e se concentrou no que poderia estar à espreita por perto. Ele sabia que as mães rinocerontes nunca se afastam de seus filhotes e são muito territoriais. “Você está esperando pela sua mãe, pequenino? – sussurrou ele, examinando a densa vegetação rasteira em ambos os lados da estrada. O ar estava tenso, pesado com a possibilidade. Ele sabia que não deveria se aproximar de forma descuidada; uma mãe carinhosa poderia atacá-lo sem aviso, interpretando erroneamente sua presença como uma ameaça. Seu pulso se acelerou enquanto ele procurava um som – o ranger de folhas, um murmúrio suave – mas tudo o que ele conseguia ouvir era o vento. A ideia de que sua mãe poderia estar observando-o de um lugar invisível fez sua pele tremer. Por enquanto, ele decidiu ficar parado e observar. Correr às cegas poderia transformar essa situação já estranha em algo mortal.

Preocupação com sua mãe
A decisão de investigar
Jonah sabia que não poderia ficar ali parado para sempre. A situação era estranha demais, silenciosa demais. “Não posso simplesmente deixar você aqui”, murmurou em voz baixa, olhando do pequeno rinoceronte para a densa vegetação além da estrada. Seu instinto lhe dizia que algo estava errado. Ele decidiu procurar respostas e caminhou cuidadosamente ao longo dos dois lados da estrada, procurando rastros – pegadas, marcas de arrasto, qualquer coisa que pudesse explicar para onde a mãe tinha ido. O solo seco era irregular, mas revelou parte da história: pegadas fracas que levavam ao mato e, de repente, desapareciam. Isso só aumentou sua confusão. Sem uma trilha clara e sem os sons de outros animais por perto, não adiantaria muito pedir ajuda. Ele precisava saber com o que estava lidando antes de arrastar outros para a situação. O que quer que estivesse acontecendo, Jonah suspeitava que fosse muito mais complicado do que parecia.

A decisão de investigar

