Um sentimento de solidão
Quanto mais Jonah esperava, mais ele se dava conta do estranho vazio ao seu redor. Lentamente, ele girou em círculo, examinando a estrada empoeirada e os arbustos densos dos dois lados, e percebeu como a área era solitária. Nenhum pássaro chamava das árvores, nenhum farfalhar distante da vida selvagem, nenhum zumbido de carros passando – apenas um silêncio esmagador e antinatural. “Onde estão os outros? – ele murmurou em voz alta, sua voz atravessando o silêncio como um fio fino. A pergunta pairou no ar sem uma resposta. Um arrepio frio percorreu sua espinha quando ele reconheceu o silêncio pelo que ele era – não um silêncio, mas um aviso. Seu instinto lhe dizia que algo estava errado, que aquilo não era apenas uma estranha coincidência. Ele cerrou a mandíbula e seu instinto lhe disse para ser cuidadoso e vigilante.

Um sentimento de solidão
Ruídos de farfalhar
Um som fraco de repente quebrou o silêncio – um farfalhar suave e rápido vindo de algum lugar nos arbustos. Jonah congelou e seus músculos ficaram imediatamente tensos. Seus olhos se concentraram no som e examinaram as sombras em busca de movimento. “Quem está aí? – ele gritou com uma voz tensa, mas calma. O barulho parou abruptamente e foi substituído pelo silêncio novamente. O pulso de Jonah pulsava em seus ouvidos enquanto ele esforçava sua audição. Seria apenas o vento? Ou algo – ou alguém – estava se movendo nos arbustos? Todos os instintos lhe diziam para não se mexer, mas a curiosidade o fez olhar de um ponto a outro na escuridão. Ele odiava o fato de o som ter aparecido e desaparecido tão repentinamente, deixando-o no escuro. Não saber de onde ele vinha era pior do que ouvi-lo; o desconhecido sempre trazia seu próprio tipo de medo.

Os ruídos do farfalhar

